Revista Latinoamericana de Ciencias de la Comunicación


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CHAMADA DE TRABALHOS (JUL./DEC. 2016) / CONVOCATORIA DE TRABAJOS (JUL./DEZ. 2016)

 

 

LLAMADO PARA EL ENVÍO DE CONTRIBUCIONES (español)

 

REVISTA LATINOAMERICANA DE CIENCIAS DE LA COMUNICACIÓN, año 2016, numero 25

Tema: Comunicación Popular, Ciudadanía y Cambio Social

Coordinación

1. Esmeralda Villegas Uribe (USP, Brasil) Coordinadora  del  GT “Comunicación Popular, Comunitaria y  Ciudadanía”

evillegas2@hotmail.com

 

2. Amparo Cadavid Bringe (Uniminuto, Colombia). Coordinadora do GT Comunicación para el Cambio Social

amparo.cadavid@consultingecho.com; alaic.gt.ccs@gmail.com

 

Fecha límite de presentación de trabajos: Octubre 20 de 2016

 

RESUMEN DEL CONTENIDO BÁSICO DEL DOSSIÈ

El surgimiento de la comunicación popular en América Latina, se da en una coyuntura de insatisfacción de amplios sectores de la  población debido a las  precarias condiciones de existencia, inestabilidades y transformaciones políticas, dificultades en el  ejercicio de la ciudadanía, concentración de  medios de comunicación de masas,  restricciones  a la libertad de expresión y a la  producción del discurso público - especialmente en  países con regímenes militares.

A partir de la década de los 70,  bajo  la influencia de las corrientes sociológicas y educativas sustentadas entre otras,  en las tesis de la dependencia cultural, y en las tesis de Paulo Freire,  se intensificaron  los cuestionamientos  al sistema de comunicación imperante y al paradigma emisor- mensaje-receptor. Surgen concepciones dialógicas de la comunicación, con perspectiva crítica,  fundamentadas  en la  dialéctica marxista;  diferentes a las  concepciones “retóricas”, de cuño funcionalista y  conductista.  Estas concepciones alimentaron la búsqueda de alternativas para romper la verticalidad del modelo comunicativo, mudar el sistema de propiedad de los medios, y posibilitar su acceso a las mayorías. Con estos sistemas de comunicación, caracterizados inicialmente como medios de bajos costos y fácil tecnología,  se buscaba  responder a las necesidades e intereses de los sectores populares y garantizar la participación de estos en el  proceso comunicacional.

La   comunicación popular  tradicionalmente se identificó    como aquella producida casi artesanalmente por grupos populares,  o comprometidos con éstos; con  contenidos  concientizadores y una metodología dialógica y participativa; con  potencialidad de transformar la sociedad.  Bajo esta caracterización se   lograron avances  en los movimientos populares,  pero sobre algunos de los rasgos de dicha caracterización,  se elaboraron  críticas a la  comunicación popular: concepción instrumental de la comunicación, búsqueda de concientización y movilización   de manera mecánica,    pensamiento  dicotómico  con respecto a  la comunicación  masiva,  omisión de las mediaciones  culturales en los  procesos de recepción, repitiéndose la concepción  tradicional de receptor, entre otras críticas.

La comunicación popular es vista hoy  desde una perspectiva más amplia en la búsqueda de un proyecto social y político más global, que incluya no solamente  los considerados tradicionalmente “sectores populares” sino a y toda la sociedad.  Se percibe incluso un crecimiento en la  capacidad de negociar con el Estado y realizar cogestión comunicativa como en el caso de los medios comunitarios y de viabilizar, proyectos y acciones de comunicación con algunos sectores del mercado.

Este monográfico busca reflexionar sobre las relaciones entre  comunicación- ciudadanía - movimientos sociales; universidad- organizaciones populares y comunitarias urbanas y rurales; medios y participación social; las  posibilidades de Internet y  las redes sociales para el cambio social y el activismo; interrelaciones entre la comunicación y la cultura política para el ejercicio de la ciudadanía; las manifestaciones culturales de las clases populares; y sobre las articulaciones entre comunicación popular, comunicación masiva y comunicación global.

Se buscan  respuestas a preguntas como: C¿Por qué el interés por expresiones de resistencia popular mediadas por procesos y prácticas comunicacionales? ¿Cómo se fortalecen los vínculos comunitarios e institucionales por medio de la comunicación mediática, la digital y la que circula en el ciberespacio? ¿Cómo desde las investigaciones académicas y científicas  referidas al tema, se está respondiendo  a las transformaciones  que la sociedad demanda?

Son bienvenidos contenidos referidos a: historia y resistencias, relectura de conceptos de comunicación popular, alternativa y comunitaria;  comunicación y cambio social,    construcción de ciudadanía; aspectos  emergentes del campo en los escenarios contemporáneos, configuraciones y tendencias;  metodologías  de estudio, análisis y acción en tiempos de redes, relatos interpretativas de experiencias y prácticas de comunicación popular, comunitaria y de ciudadanía, comunicación para el cambio social y otros temas afines.

 


CHAMADA DE TRABALHOS – DOSSIÊ TEMÁTICO (portugués)

 

REVISTA LATINOAMERICANA DE CIENCIAS DE LA COMUNICACIÓN, ano 2016, número 25

Tema do dossiê: Comunicação Popular, Cidadania e Mudança Social

Coordenação

1. Esmeralda Villegas Uribe (USP, Brasil) Coordenadora  do  GT (ALAIC) “Comunicación Popular, Comunitaria y  Ciudadanía”

evillegas2@hotmail.com

 

2. Amparo Cadavid Bringe (Uniminuto, Colombia). Coordenadora  do GT (ALAIC) Comunicación para el Cambio Social

amparo.cadavid@consultingecho.com; alaic.gt.ccs@gmail.com

 

Prazo final para submissão de trabalhos: 20 de outubro de 2016

 

EMENTA DO DOSSIÊ TEMÁTICO

A emergência da comunicação popular na América Latina dá-se numa conjuntura de insatisfação de amplos setores da população devido às precárias condições de existência, instabilidades e transformações políticas, dificuldades no exercício da cidadania, concentração de meios de comunicação de massa, restrições à liberdade de expressão - especialmente em países com regimes militares.

A partir da década de 1970, sob a influência das correntes sociológicas e educativas sustentadas, entre outras, nas teses da dependência cultural e nas teses de Paulo Freire, intensificam-se os questionamentos e críticas ao sistema de comunicação imperante e ao paradigma emissor- mensagem-receptor. Surgem concepções dialógicas da comunicação, com perspectiva crítica, fundamentada na dialética marxista diferentes; diferentes às concepções “retóricas”, de cunho funcionalista e condutista. Estas concepções alimentaram a procura de alternativas para romper a verticalidade do modelo comunicativo, mudar o sistema de propriedade dos meios, e possibilitar seu acesso a todos. Com estes sistemas de comunicação, caracterizados inicialmente como meios de baixos custos e de fácil tecnologia, procurava-se responder às necessidades e interesses dos setores populares e garantir a participação destes no processo comunicacional.

A comunicação popular, tradicionalmente, identificou-se como aquela produzida quase artesanalmente por grupos populares ou comprometidos com estes; com conteúdos que visam à conscientização e uma metodologia dialógica e participativa, com potencialidade de transformar a sociedade. Com esta caracterização, lograram-se muitos avanços nos movimentos populares, mas sobre alguns dos traços de tal caracterização, elaboraram-se críticas à comunicação popular: concepção instrumental da comunicação, busca de conscientização de maneira mecânica, pensamento dicotômico em relação à comunicação massiva, omissão das mediações culturais nos processos de recepção, repetindo-se a concepção tradicional de receptor, entre outras críticas.

Hoje, a comunicação popular é vista sob uma perspectiva mais ampla, na busca de um projeto social e político mais global, que envolva não só os considerados tradicionalmente “setores populares”, mas a sociedade como um todo.  Percebe-se um crescimento na capacidade de negociar com o Estado e de realizar co-gestão comunicativa como no caso dos meios de caráter comunitário e de viabilizar projetos e ações de comunicação com alguns setores do mercado.

Este dossiê busca reflexões que ajudem a pensar a relação comunicação- cidadania - movimentos sociais; universidade- organizações populares, comunitárias urbanas e rurais; meios e participação social; as possibilidades de Internet e as redes sociais nas mudanças sociais; as inter-relações entre a comunicação e a cultura política para o exercício da cidadania; as manifestações culturais das classes populares; as articulações entre comunicação popular, comunicação massiva e comunicação global.

Buscam-se respostas em questionamentos como: por que o interesse por expressões de resistência popular, mediadas por processos e práticas comunicacionais? Como se fortalecem os vínculos comunitários e institucionais por meio da comunicação mediática, digital e a que circula no ciberespaço? Como, a partir das pesquisas acadêmicas e científicas sobre o tema, se está respondendo às transformações demandadas pela sociedade?

São bem-vindos trabalhos referidos às: histórias e resistências, releitura de conceitos de comunicação popular, alternativa e comunitária; comunicação e mudança social, construção de cidadania; aspectos emergentes do campo nos cenários contemporâneos; configurações e tendências; metodologias de estúdio e ação em tempos de redes, relato e análise de experiências e práticas de comunicação popular, comunitária e de cidadania, comunicação para a mudança social e temas afins.

 

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Equipe Editorial

 

 
Publicado: 2016-04-26
 
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